GRUPO FOCAL “LESSONS FOR OCEAN ENERGY DEVELOPMENT”

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Em reunião liderada pelos consultores internacionais ECORYS e FRAUNHOFER, em 28 outubro p.p., a AIN foi convidada pela WAVEC a participar num estudo encomendado pela Comissão Europeia - DG Investigação e Inovação, sobre as lições extraídas de projetos já realizados e possíveis caminhos a seguir para o desenvolvimento de tecnologia e produção de energia nos oceanos.

A disponibilidade abundante e geograficamente diversificada de energias renováveis oceânica oferecem oportunidades para desenvolver um novo sector industrial. Este tem atraído grandes investimentos, tanto privados como públicos. Tecnologias e aplicações da indústria têm tido significativos desenvolvimentos e o seu futuro continua a ser promissor.

Contudo, o sector teve alguns reveses, como é normal no desenvolvimento de novas tecnologias. Isto exige um balanço das lições aprendidas durante estes desenvolvimentos, que pode ser usado para orientar o uso eficiente e eficaz de novos investimentos. O objetivo é formar uma base objetiva e baseada em evidências para moldar o melhor caminho futuro para o desenvolvimento de energia do oceano.

Nos últimos meses, a equipe do estudo encomendado pela CE realizou mais de 50 entrevistas com as partes interessadas em Energia Oceânica, em toda a Europa, sobre a evolução, as lições aprendidas e os desafios enfrentados, bem como pontos de vista sobre o que é necessário fazer para um maior crescimento do sector na Europa.


Objetivo e abordagem da reunião:

a. Validar os desafios e barreiras mais relevantes que se puseram ao desenvolvimento das primeiras etapas da pesquisa (fase retrospetiva).
b. Aprofundar conhecimentos sobre a troca de conhecimento e gestão no setor (dimensão potencial e prospetiva).
c. Ajudar a definir as vias a seguir, com base em boas práticas e / ou elaboração de orientações recentemente identificados (dimensão prospetiva).

Para aprofundar a parte prospetiva da análise, o estudo identificou quatro temas em que existem perspetivas de progresso, que foram debatidas na reunião:

1) Aquisição de Inovação Tecnológica;
2) Abordagem inteligente para redução de custos em operações offshore;
3) Clusters para a Energia Oceânica, existência de conhecimento crítico e de cadeias de abastecimento;
4) Propriedade intelectual, partilha de conhecimentos e de centros de experimentação.

Documentos

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